segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Candidatos deputado estadual mais votados em Timbiras

Ricardo Murad (PMDB)
2.867
25,26%
#
Alberto Franco (PMDB)
787
6,93%
#
Araújo Neto (PT do B)
755
6,65%
#
César Pires (DEM)
592
5,22%
#
Edilázio (PV)
590
5,2%
#
Camilo Figueiredo (PDT)
509
4,48%
#
Gardenia Castelo (PSDB)
499
4,4%
#
Marly Abdala (PT do B)
445
3,92%
#
Jota Pinto (PR)
433
3,82%
#
Graça Paz (PDT)
394
3,47%
#
Zé Carlos (PT)
265
2,34%
#
Pedro Belo (PC do B)
192
1,69%
#
Drº Magno Bacelar Nota 10 (PV)
179
1,58%
#
Pastor Pedro Lindoso (PSC)
160
1,41%
#
Othelino Neto (PPS)
111
0,98%

domingo, 3 de outubro de 2010

Os deputados federais mais votados em Timbiras

O destaque foi a quantidade de votos que as lideranças jovens de Timbiras consiguiram para Weverton Rocha.
*
Gastão Vieira (PMDB)
2800
24,75%
*
Cleber Verde (PRB)
1982
17,52%
*
Weverton Rocha (PDT)
1044
9,23%
*
Antonio Bacelar (PV)
805
7,12%
*
Nice Lobão (DEM)
666
5,89%
*
Ricardo Archer (PMDB)
581
5,14%
*
Carlos Brandão (PSDB)
280
2,48%
*
Dutra (PT)
213
1,88%
*
Costa Ferreira (PSC)
206
1,82%
*
Monteiro (PT)
169
1,49%
*
Pinto Itamaraty (PSDB)
153
1,35%
*
Altemar Lima (PPS)
144
1,27%
*
Professor Sétimo (PMDB)
143
1,26%
*
Mauricio Almeida (PSB)
104
0,92%
*
Sarney Filho (PV)
94
0,83%

Veja como foi a votação pra Governador do MA em Timbiras

*

Roseana (PMDB)
7.399 votos
70,07%
*

Flávio Dino (PC do B)
2.214 votos
20,97%
*

Jackson Lago (PDT)
925 votos
8,76%
*

Marcos Silva (PSTU)
12 votos
0,11%
*

Saulo (PSOL)
6 votos
0,06%
*

Josivaldo Corrêa (PCB)
4 votos
0,04%

Dilma e Serra decidirão eleição para presidente no segundo turno


A eleição presidencial será decidida em segundo turno entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), de acordo com os números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os eleitores terão que voltar às urnas no próximo dia 31 de outubro para decidir entre Dilma e Serra. O início da propaganda eleitoral do segundo turno no rádio e na TV está previsto para se iniciar na próxima terça-feira (5).

sábado, 2 de outubro de 2010

MP flagra uso de programa federal em ato de campanha de Roseana

Minha casa, Minha vida, e meu voto
Po rEvandro Éboli (O Globo)

O Ministério Público do Maranhão investiga uso eleitoral do Minha Casa, Minha Vida por aliados da família Sarney e em benefício direto da candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao governo e do deputado federal Sarney Filho (PV) à reeleição.

O promotor eleitoral Joaquim Ribeiro gravou em vídeo, em Santa Luzia, um carro de som com adesivos e material de propaganda da coligação de Roseana convocando a população para uma reunião, à noite, para tratar do programa do governo federal, que facilita a compra de casa para pessoas de baixa renda.

A iniciativa foi do prefeito Márcio Rodrigues (PDT) e de seu pai, Oséas Rodrigues, secretário de Governo do município.

Na gravação, no carro de som, o locutor fez o convite: “O prefeito Márcio Rodrigues e o secretário Oséas, junto com a coligação O Maranhão Não Pode Parar, têm a honra de convidar a população em geral para participar de uma grande reunião às 19h. Na oportunidade, serão dadas mais informações sobre as casas (Minha casa, Minha vida). Venha com sua família, você é nosso convidado de honra. (…) Roseana é nossa bandeira, senadora da nossa nação. Roseana é mulher verdadeira”.

No encontro, também gravado pelo Ministério Público, Oséas falou dos benefícios que Roseana, Sarney Filho e outros políticos levaram para o estado. Foi citado também o nome do Othelino Neto (PPS), candidato a deputado estadual.

— Percebe-se que a coligação, por seus representantes em Santa Luzia, está utilizando o Minha casa, Minha vida como plataforma política — disse Ribeiro.

— Era para chamar para um ato de campanha, de apoio a nossos candidatos. O locutor confundiu — disse Oséas.

A assessoria de Roseana disse que a governadora não autorizou aliados a fazerem uso eleitoral de programas de governo. A assessoria de Sarney Filho informou que o deputado não pediu nem autorizou os aliados a agirem como agiram. Othelino Neto não foi localizado pelo GLOBO.

Pesquisa do Ibope contratada pela Rede Globo apontou que, pela primeira vez, Flávio Dino, com 23% das intenções de votos, ultrapassou o ex-governador Jackson Lago, que, ontem, teve sua candidatura mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por quatro votos a três, no julgamento do recurso do MP que pediu a impugnação do seu registro com base na Lei da Ficha Limpa. Jackson caiu de 25% para 18%.

Roseana aparece com 47% das intenções de votos. Ela tem hoje 53% dos votos válidos, contra 47% dos outros candidatos, mas a margem de erro é de de três pontos. A pesquisa ouviu 1.204 pessoas, nos dias 28 e 29 de setembro. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 33129/2010.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

TSE aprova candidatura de Jackson por 4 a 3

Brasília – Por maioria dos votos, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantiveram o registro de Jackson Lago (PDT) ao governo do Maranhão. Ele teve a candidatura contestada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10), por conta de condenação por abuso de poder político nas eleições de 2006. No Maranhão, o Tribunal Regional Eleitoral local (TRE-MA) não aplicou as novas regras de inelegibilidade usando como argumento o princípio da anualidade.
Dos sete ministros da corte, quatro entenderam que Jackson Lago deve ter o registro liberado por conta do tipo de instrumento jurídico usado na época para cassar o mandato do pedetista. Como foi usado um recurso contra expedição de diploma (RCed), não houve, durante o julgamento original, a decretação da inelegibilidade de três anos, como previa a antiga redação da Lei das Inelegibilidades (Lei Complementar 64/90). “Na época, não houve decretação da inelegibilidade. Então, não é possível conceder o recurso”, afirmou o relator do caso, Hamilton Carvalhido.
Acompanharam o relator os ministros Arnaldo Versiani, Marcelo Ribeiro e Marco Aurélio Mello. Os dois últimos, além de concordar com os argumentos do relator, acrescentaram que a ficha limpa deveria obedecer o artigo 16 da Constituição Federal, que prevê o princípio da anualidade para leis que alteram o processo eleitoral. Por maioria, o TSE entendeu, na análise de duas consultas e de casos específicos, que as novas regras não modificam o processo e não são pena, mas sim critério de inelegibilidade.
A divergência foi inaugurada pelo presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, que adiantou seu voto na tentativa de convencer os colegas de corte a barrarem Jackson Lago. Para ele, com a Lei da Ficha Limpa, instrumentos como o RCed e a ação de impugnação de mandato eletivo (Aime), também têm poder, agora, de decretar inelegibilidade. Antes, a jurisprudência da corte não ´permitia. “Todas servem para apuração do abuso de poder”, afirmou Lewandowski, que foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia e pelo ministro Aldir Passarinho Junior.
Lago foi cassado pelo TSE, no ano passado, por abuso de poder político. Na época, os ministros entenderam que, em um evento do governo do Maranhão meses antes das eleições de 2006, configurou a irregularidade por conta de um discurso do chefe do Executivo na época, José Carneiro Tavares (PSB), afirmando que “muitos candidatos que estão aqui presentes são bons para o Maranhão, não a filha de um senador”. A referência era a Lago e ao ex-ministro Edson Vidigal, que estavam presentes, e à adversária Roseana Maranhão, que acabou herdando o cargo com a cassação do pedetista.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ficha Limpa 'está nas mãos do próximo ministro’, diz Lewandowski


Com menos um integrante, julgamento no STF acabou empatado em 5 a 5.
Presidente do TSE afirma esperar definição do substituto até o fim do ano.


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, em entrevista exclusiva ao G1, avaliou como “naturais” as divergências que impediram uma definição do STF sobre a validade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano. O julgamento terminou empatado, em 5 a 5.
Devido à ausência de um ministro – Eros Grau aposentou-se em agosto e ainda não teve seu substituto indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva – criou-se um impasse diante do empate. "O futuro da Ficha Limpa está nas mãos do próximo ministro", disse o presidente do TSE.Lewandowski falou ainda sobre o voto pela internet – tecnicamente já possível, segundo o ministro – e negou que haja divisão entre os ministros do Supremo. “Eu não vejo sinceramente um alinhamento automático de ministros. Tem momentos em que o tribunal fica muito dividido e dividido de formas até caleidoscópicas”, afirmou.

11º ministro
"Eu diria que [o futuro da ficha limpa] está nas mãos do próximo ministro, salvo se algum outro integrante da corte mudar de opinião. Claro que é mais confortável um Supremo completo, porque nós não teríamos o impasse que tivemos, mas a escolha de um ministro do Supremo é difícil, complexa, porque é preciso que seja alguém que tenha notório saber jurídico e reputação ilibada."

"Eu torço para que venha [a indicação do presidente Lula] até o dia 17 de dezembro [data prevista para a diplomação dos candidatos eleitos]. Acho que depois das eleições, o presidente com mais calma, sem pressões políticas, poderá escolher, e o Senado terá condições de fazer a sabatina. Tempo para isso há. Nada impede que um relator apresente, se o voto estiver pronto, o recurso em mesa para ser apreciado pelo plenário, mas eu acredito que, com a atual composição, o resultado será o mesmo. Agora pode ser que alguém peça vista. Há várias possibilidades.”

Ficha Limpa
“Seja qual for o resultado do julgamento no Supremo Tribunal Federal, a Lei da Ficha Limpa já prestou um enorme serviço. Mobilizou a população de um modo geral. O cidadão ficou mais consciente de que deve votar nas pessoas com passado limpo, que tenham prestado serviço à comunidade e que tenham capacidade para o exercício do mandato."A lei não foi derrubada no STF. O TSE continuará mantendo a sua jurisprudência de forma intocável. O candidato que teve o seu registro indeferido pode concorrer, pode fazer campanha, pode fazer propaganda e terá o seu número na urna eletrônica. Ele só não poderá chegar ao momento da diplomação no dia 17 de dezembro com o registro indeferido, porque se isso ocorrer ele não será diplomado e não tomará posse. Precisamos ainda decidir qual solução será dada. Se os votos serão considerados nulos, se serão computados para o partido ou para o candidato. Obviamente que se tiver o recurso deferido, vai para o candidato."